| Ritual da Circulação de
Luz |
RITUAL
DA CONSAGRAÇÃO AO SERVIÇO
Este parte do Ritual,
que vem em seguida, é igualmente um dos seus pontos de partida originais.
E também ela é maravilhosamente acompanhada por belíssimos temas
(ou partes de temas) musicais, de grande beleza, em que os mais
diferentes géneros, estilos e culturas – outro signo de universalismo
- se mesclam harmoniosamente.
No centro da Sala está
colocada a já referida Taça com água – símbolo da “Água da Vida”.
Os representantes do CLUC avançam até ela, rodeando-a, e um deles
pronuncia uma Invocação de consagração da água (e de evocação
de energias luminosas que a impregnarão) (1).
Então, cada um dos presentes
avança, por sua vez, ate ao centro e depõe, em oferenda, uma rosa
branca na taça (ou, quando esta estiver repleta, no tabuleiro ao
redor da mesma) significando a imersão do “Ser”, a união da sua
consciência com a Energia Cósmica-Divina e a sua doação ao Serviço
de Toda a Humanidade. Tal deve ser feito com toda a consciência
e reverência pelo Sagrado.
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(1)
Esta Invocação está publicada no final do livro “O Sétimo Círculo” (Centro
Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 1ª ed. 1995)
Já acima nos referimos
ao simbolismo da Rosa. Abertas, em cada indivíduo, as suas pétalas
– que constituem o lótus cardíaco e causal –, ela torna-se a Taça,
o Graal que pode receber dos Mundos do Espírito para dar aos Mundos
Humanos. Então, ela entrega-se e participa de uma Taça maior, o
ventre materno onde se concebe e contém o Princípio Crístico de
Amor Sabedoria. Lembremos as palavras do Senhor Cristo: “Eu não
vim para ser servido mas, sim, para servir”.
A terminar este ritual, dois representantes
do Centro erguerão a taça ao Alto, enquanto outro dos oficiantes
pronunciará o Mantram do Serviço, publicado num dos livros
do CLUC, mas que se reproduz em seguida (1):
Que o Poder
dos Céus atraia e polarize
Os que
têm em si a força do Saber.
Que a força
da Virtude se derrame
E fecunde
a vontade de Servir.
Que o fogo
do Amor e da Rectidão
Irradie
e se inflame,
Alimentando
cada coração.
Que a Sabedoria
Celeste penetre e coroe
O lema
da Unificação.
Que o Mundo
inteiro se converta na Taça
Do Amor,
da Paz, da Prodigalidade
E da Bem-Aventurança.
E que todos
juntos se ergam na doação,
Na oferenda
e na celebração
Do Grande
Mistério, no Altar de Deus.
Logo após, uma cantora
lírica entoará um tema que pretende homenagear o Princípio da Mãe
do Mundo, de que Maria (a Virgem-Mãe de Jesus), Maya (a Virgem-Mãe
de Buddha), Devaki (a Virgem-Mãe de Krisnha), Maia (a Virgem-Mãe
de Hermes), entre outras deusas Lunares, são expressões mais próximas
de nós. Enquanto esse tema é interpretrado, os participantes agitam
suavemente lenços violeta, numa suave e reverente saudação àquele
Princípio.
NOTA:
As flores virão, posteriormente, a ser utilizadas num cerimonial
de oferta simbólica aos Planos superiores.
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